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LIVROS

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Transição energética e o fim da escravidão na Era Mauá

No dia 13 de maio de 1888, foi publicada a Lei n 3.353, conhecida como Lei Áurea, que extinguiu a escravidão no Brasil. A norma foi resultado de um processo complexo, envolvendo múltiplos fatores, que vão desde a resistência das pessoas escravizadas e crescimento do apoio ao movimento abolicionista até pressões externas.A partir do estudo do Brasil da Era Mauá (1850-1889), a economista Gabriela Santos Carvalho analisa um aspecto que, naquele contexto, costuma passar despercebido: haveria uma relação entre o fim da escravidão e uma transição energética em prol de combustíveis fósseis ocorrida durante a Revolução Industrial? O livro inaugura a série Energia, coordenada pelo professor André Felipe Simões (USP), e que reunirá obras que abordam, sob uma perspectiva crítica, os múltiplos aspectos da produção e consumo de energia, em especial sua relação com questões socioambientais prementes, como as mudanças climáticas, (in)justiça e desigualdade(s).

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Vivências asiático-brasileiras:
raça, identidade e gênero

Partindo de uma visão crítica sobre os processos de construção da noção de raça e suas implicações no contexto político, social e identitário brasileiro, Juily Manghirmalani traça um panorama sobre as migrações dos povos asiáticos e os desafios vivenciados pelos imigrantes e seus descendentes, abordando questões como identidade cultural, autorreconhecimento, conflitos geracionais e construção de mitos.

Com base em sua própria vivência na fundação e participação em coletivos feministas asiáticos, a autora ressalta a importância dos encontros, da solidariedade antirracista e da autoestima racial, além de apresentar artistas, ativistas, pesquisadoras e pesquisadores que contribuem para a construção do debate contemporâneo e formação do pensamento crítico sobre o tema no país.

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Deslocar-se por outras histórias: mulheres e a fronteira Brasil-Paraguai

A partir de entrevistas e vivências com camponesas migrantes na fronteira Brasil-Paraguai, Losandro Tedeschi nos convida a refletir sobre a construção da noção de História que, partindo de uma sistema moderno-colonial-patriarcal, silencia as narrativas femininas. Os relatos dessas mulheres, permeados por suas lembranças e visões de mundo, viabilizam um outro entendimento do passado, levando a uma compreensão mais crítica sobre o presente e o futuro. Além de apresentar as lutas e pensamentos das entrevistadas, forjados na experiência feminina da vida, individual e coletiva, a obra aborda a descolonização dos saberes e o papel do pesquisador nesse processo.

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